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Continuar na luta do Grupo RC4

 

A Inside Motor, com a dupla Renato Pita / Luís Cavaleiro, regressa ao Nacional de Ralis no Rali de Mortágua para discutir o melhor resultado no Grupo RC4, no qual continua na luta pelo título.

Ausente do Nacional de Ralis desde o Rali Vidreiro, a Inside Motor vai enfrentar o Rali de Mortágua (que se realiza dias 18 e 19 de setembro) com confiança redobrada, pois a dupla de pilotos que conduz o Peugeot 208 R2 continua na luta pelo título no Grupo RC4. 

Trata-se de uma prova que é desconhecida para todos os pilotos, que permitirá ao piloto que corre com a equipa Inisde Motor “lutar pelos primeiros lugares entre os concorrentes do Grupo RC4. Trata-se de um rali de terra com pisos muito duros onde também é importante não cometer erros, poupar a mecânica e evitar furos, podendo estar nestes fatores o segredo de um bom resultado. Confiamos no nosso piloto para obter um bom resultado em Mortágua”, refere Joaquim Batalha, responsável da equipa Inside Motor.

Joaquim Batalha diz ainda que “temos tido uma época muito interessante, com alguns bons resultados, mas também alguns azares. Em Mortágua temos a consciência que vamos enfrentar um dos mais complicados desafios da época, devido à dureza dos troços de terra desta região, mas o nosso carro já passou por desafios semelhantes com distinção. Por isso, preparamos o Peugeot 208 R2 com todo o cuidado para enfrentar esta difícil prova, esperando uma boa prova da nossa dupla de pilotos”.

Mais informações sobre o Rali de Mortágua em: http://www.cacsport.com

Comunicado de Imprensa de 17 de setembro de 2015

 

Grande prestação no Rali de Santa Maria

A Inside Motor marcou presença na 5ª prova do Campeonato dos Açores de Ralis, obtendo com a dupla Daniel Nunes / Rui Raimundo um excelente quinto lugar final.

A Inside Motor ainda não meteu férias de verão e foi até à Ilha de Santa Maria, com o seu Peugeot 208 R2, desta feita tripulado por Daniel Nunes / Rui Raimundo, para disputar a quinta prova do Campeonato dos Açores de Ralis. O piloto de Sintra teve uma prestação notável, numa ilha onde granjeia muito simpatia dos adeptos locais.

“Foi mais uma vez sensacional. O público mariense recebe-nos sempre de uma forma muito entusiástica e dá-nos sempre um grande apoio antes, durante e depois da prova. Nesta terceira participação no Rali de Santa Maria retribuímos mais uma vez da melhor forma possível, dando espetáculo nos troços e andando muito depressa para tentarmos obter o melhor resultado possível”, começa por afirmar Daniel Nunes, dizendo ainda que “fora o espetáculo com que brindamos o público, desportivamente foi um rali muito interessante. Na fase inicial não tínhamos as afinações ideais e estava a correr com pneus Pirelli pela primeira vez neste carro, pelo que tive que mudar um pouco o meu estilo de condução, mas assim que a prova foi evoluindo conseguimos aproveitar sempre a competitividade do 208 para terminar ao ataque na tentativa de ir buscar a vitória entre os duas rodas motrizes, que não foi possível. Mesmo assim, o balanço desta presença em Santa Maria é muito positivo, já que fomos segundos nas duas rodas motrizes, quintos da geral absoluta à frente de carros muitos mais competitivos e ainda vencemos no Grupo RC4”.

Para Joaquim Batalha, responsável técnico da Inside Motor este foi “mais um grande rali para a nossa equipa. O Daniel Nunes explorou as capacidades do Peugeot 208 R2 ao limite não se tendo registado qualquer problema. O quinto lugar final é um excelente resultado. A Inside Motor correspondeu às expectativas criadas em redor desta presença do Daniel Nunes no Rali de Santa Maria, pelo que saímos muito satisfeitos desta prova”.

Daniel Nunes tem ainda previsto realizar mais algumas provas este ano, quer no Nacional quer nos Açores. 

 

Comunicado de Imprensa de 13 de agosto de 2015

www.facebook.com/insidemotor

 

Regresso aos grandes resultados

 

Renato Pita e Luís Cavaleiro venceram no campeonato RC4 o rali vidreiro, depois de terem comandado durante todo o rali.

No regresso do Nacional de Ralis ao continente, a equipa cumpriu na totalidade os objectivos traçados para a prova.

“Foi um excelente rali para toda a equipa. Entramos com um ritmo muito forte e vencemos o troço inaugural. Aumentamos o ritmo para a segunda especial, fazendo ainda melhor tempo, demonstrando que estávamos decididos a ganhar a prova. Depois de saber que os nossos diretos adversários tinham furado na classificativa do Pinhal de Leiria, decidimos gerir a vantagem, não cometendo erros para garantir a vitória neste rali”, refere Renato Pita.

Terminado o Rali Vidreiro, o piloto sabe que “estamos agora em melhores con-dições para discutir o título no Grupo RC4 e, mesmo sem ser esse o objectivo principal da temporada, estamos entre os melhores pilotos que utilizam carros de duas rodas motrizes mais potentes que o nosso”.

Para Joaquim Batalha, responsável técnico da equipa Inside Motor, o Rali Vidreiro acabou por “ser excelente para toda a equipa, que fez um magnífico trabalho. Nem tudo foi perfeito, pois um problema técnico obrigou a uma reparação algo prolongada mas feita em tempo record, mas que mesmo assim não evitou que o Renato Pita tivesse uma penalização de 1m30s, que felizmente não teve quaisquer consequências na vitória obtida no Campeonato RC4. Acabou por ser um excelente resultado para todos, totalmente merecido, depois da enorme infelicidade no Rallye Sata Açores”.

Continuar na luta pela liderança

Renato Pita e Luís Cavaleiro enfrentam o Rali Vidreiro com toda a confiança tendo como objectivo a vitória no grupo RC4

No Rali Vidreiro, a equipa quer regressar aos bons resultados no Campeonato Nacional de Ralis, nomeadamente no Grupo RC4, no qual estão envolvidos na luta pelo título.

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Desistência prematura

 

DEPOIS DE UM BOM INÍCIO DE TEMPORADA, A PRESENÇA NO SATA RALLYE AÇORES FOI DEMASIADO CURTA, COM RENATO PITA / LUÍS CAVALEIRO A SEREM OBRIGADOS A DESISTIR

Renato Pita / Luís Cavaleiro queriam ter uma presença marcante no Sata Rallye dos Açores, mas depois de um excelente arranque um problema com a bobine ditou uma avaria irreparável no motor e obrigou à desistência logo na terceira das 17 especiais de classificação do rali.

“Foi uma presença demasiado curta e não estou contente com este desfecho que praticamente nem deu para aquecer apesar de termos entrado com um excelente ritmo com-petitivo“, afirma Renato Pita, explicando que “um problema com o motor deixou-nos sem qualquer hipótese de continuar, nem em super rali, o que inviabilizou qualquer hi-pótese de obter uma pontuação”.

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